JMB News
Jornal virtual do Colégio Estadual José Maria de Brito. O nosso sonho faz parte da nossa realidade, a medida em que lutamos para fornecer qualidade educacional aos nossos alunos, a medida que através da educação tentamos minimizar as diferenças sociais, a medida que as nossa proposta educacional tenta promover a qualidade de vida de nossa comunidade escolar... Parece utopia, mas se nós não estivéssemos lutando há muito tempo, provavelmente a nossa realidade seria muito triste e ela não é.
JMB NEWS / Colégio Estadual José Maria de Brito.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
domingo, 29 de maio de 2011
trabalho do 2º ano.

Trabalho 2º ano.
Romantismo
NASCE O ROMANCE; CONTEXTO HISTÓRICO
Gerado sob o impacto da Revolução Industrial e da Revolução Francesa, de fins do século 18, o romantismo surgiu no início do século 19, na Alemanha, França eInglaterra, num momento histórico em que as classes sociais, como as conhecemos hoje, se definiam. Na ocasião, a sociedade se reorganizava e as classes sociais criavam ou redefiniam suas visões da existência e do mundo.
Das classes sociais desse período, a nobreza e a pequena burguesia são as classes que vão atuar essencialmente no movimento romântico. Assim, o romantismo expressa, nas palavras de Karl Mannheim, os sentimentos dos descontentes com a nova ordem socioeconômica, isto é, com o capitalismo industrial.
Recém-afastada do poder pelas revoluções, a nobreza só podia amargar uma nostalgia do Antigo regime. Ao contrário, a pequena burguesia expressava espanto e insegurança, vendo barrados pela grande burguesia, pelos verdadeiros capitalistas, seus projetos de ascensão social, desenvolvidos durante a luta contra a nobreza.
Insatisfeitos e inconformados
Em comum, essas duas classes sociais têm a insatisfação e o inconformismo com a realidade, o que permite compreender muitos traços subjacentes ao movimento romântico. É o caso do escapismo ou evasionismo, a necessidade de escapar ao mundo objetivo, à sociedade, ao tempo presente, em busca de refúgio no mundo subjetivo, no indivíduo, no tempo passado.
A visão de mundo que privilegia o sujeito ou o subjetivismo, elemento essencial ao pensamento romântico, é uma manifestação de amor à liberdade do próprio romantismo, na medida em que constitui uma afirmação dos valores individuais em oposição às normas sociais. É também uma forma de oposição aos valores neoclássicos dos séculos anteriores, cujo racionalismo artístico passou a ser desprezado em favor de um emocionalismo e de um misticismo (este último, por sua vez, ostenta a religião cristã em oposição à mitolologia clássica, que tinha sido revalorizada durante século 18).
Nacionalismo e inovação
Quanto ao subjetivismo, merece ênfase a supervalorização do indivíduo, que tem como contrapartida um certo desprezo pela sociedade. Entretanto, uma ideia de coletividade pode inspirar o Romantismo e ser por ele valorizada: a da união compacta de todos os indivíduos, a da grande coletividade superior às divisões sociais, isto é, a ideia de Pátria, de Nação. Assim, sem trombar com o individualismo, o nacionalismo será outra característica essencial do movimento romântico.
Entranhados nesses fatores de fundo ou conteúdo, vamos encontrar os elementos formais do Romantismo que, devido à liberdade inerente ao subjetivismo, contrapõem-se à contenção formal do Classicismo do século 18. Desse modo, os gêneros tradicionais da literatura passaram a ser questionados e substituídos pela liberdade inventiva e criativa da escola romântica.
No teatro, tornam-se vagos os limites entre a tragédia e a comédia, que se mesclam para originar o drama. Na poesia, formas fixas como o soneto e a ode cedem lugar a composições mais livres, como a balada e a canção e a imensa maioria dos poemas sem forma definida. Finalmente, na prosa, a epopeia entrega o bastão ao romance(particularmente ao romance histórico), gênero cujas origens são polêmicas.
Amores e aventuras
De qualquer modo, é ponto pacífico que a forma romance se propaga e consolida no século 19, tendo se tornado o grande veículo de difusão de ideias, sentimentos e emoções, e inclusive crítica social da época. Dando vazão ao registro dos costumes, à ficção histórica, à narrativa de amores e de aventuras, o romance foi a forma que melhor se adaptou às necessidades expressivas dos autores daquela época.
Da mesma maneira, foi a que melhor serviu ao entretenimento do público leitor de então. Nos centros urbanos, que conheciam um período de franca expansão com a implantação da indústria e dos serviços, a classe média crescia e se consolidava, descobrindo na leitura uma acessível forma de lazer (hoje encontrado na televisão).
Assim, eram os jovens e as mulheres das cidades, com alguns recursos e instrução, que compunham basicamente o público leitor de romances, onde encontravam, em forma narrativa, uma projeção de suas próprias emoções, expectativas, busca de amor e felicidade, e ainda identificava suas desilusões.
O papel da mídia
Além disso, o desenvolvimento do jornalismo no século XIX, com o surgimento de jornais e revistas regulares (diários e semanários) gerou um suporte material que, além de barato e de fácil acesso ao público em geral, se revelou intrinsecamente propício ao romance. Afinal, por apresentar uma narrativa longa, o romance se subdivide em unidades menores, os capítulos.
Assim, o romance romântico do século 19 era publicado, capítulo por capítulo, numa parte dos jornais, no chamado folhetim, espaço cuja função era amenizar o peso e a gravidade das leituras políticas, econômicas, do noticiário em geral, caracterizando-se pela diversão e o entretenimento.
Romantismo no Brasil
CARACTERÍSTICAS E AUTORES
Marco inicial
Publicação de "Suspiros Poéticos e Saudades", de Gonçalves de Magalhães, em 1836.
Marco final
Publicação de "Memórias Póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis, em 1881, que inaugura o realismo.
Contexto histórico
A Independência é o principal fato político do século 19 e vai determinar os rumos políticos, econômicos e sociais do Brasil até a Proclamação da República (1889). Merece destaque também o Segundo reinado, em que o país conheceu um período de grande desenvolvimento em relação aos três séculos anteriores. Apesar disso tudo, o Brasil continuou um país fundamentalmente agrário, cuja economia se baseava no latifúndio, na monocultura e na mão de obra escrava.
Contexto cultural
Recém independente, o país procura afirmar sua identidade, tentando desenvolver uma cultura própria, baseada em suas raízes indígenas ou sertanejas. No entanto, isso se faz a partir da reprodução dos modelos do romantismo europeu, o que reflete o caráter intrinsecamente contraditório do romatismo brasileiro, ou seja, personagens tipicamente brasileiros, com posturas e características próprias das culturas européias.
Características de estilo
De maneira geral, predominam as mesmas características do romantismo europeu. Contudo, vale mencionar a busca de autores como Gonçalves Dias e José de Alencarde "abrasileirar" a língua portuguesa. Também merecem destaque o Indianismo (que ganhou forma através da prosa romântica e da poesia do Romantismo) e oregionalismo, expressões tipicamente brasileiras do nacionalismo romântico. Com o Romantismo tem início da prosa de ficção brasileira.
Principais autores
· Sousândrade
Prosa
Romantismo no Brasil (2)
CARACTERÍSTICAS DA PROSA ROMÂNTICA
Ao lado do desenvolvimento material que o Brasil assistia no século 19 (período marcado pela Independência do Brasil), tomava impulso a atividade cultural nas principais cidades do país: surgiam teatros, bibliotecas e livrarias. No campo das mentalidades, da Europa para o Brasil, os ventos do romantismo sopravam nessa época.
O romantismo no Brasil, aclimatado às circunstâncias da realidade de nosso território, iniciou-se em 1836, ano de publicação de "Suspiros Poéticos e Saudades", de Gonçalves de Magalhães, e foi até 1880/81 - considerando-se esses anos como o marco inicial do realismo, devido à publicação das "Memórias póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis e de "O mulato", de Aluísio Azevedo.
Romantismo verde-amarelo
Evidentemente, o contexto social em que surgiu e se desenvolveu o Romantismo nos países europeus não é o mesmo que se vai encontrar no Brasil das primeiras décadas do século 19. Por exemplo, seria incorreto identificar sem restrições nossa aristocracia com a nobreza da França ou da Inglaterra, assim como não se pode falar, no sentido estrito, de capitalistas e operários em nosso país até cerca dos anos 1920.
De qualquer modo, o ideário romântico encontrou ressonância em nossos intelectuais do século 19, associado particularmente ao nacionalismo, na medida em que essa característica romântica se revelava útil e agradável a uma nação cuja independência acabara de ser proclamada e que, como vimos, conhecia um período de grande prosperidade.
Exaltação dos nossos mitos nacionais (características que nos identificam particularmente diante de outros países):
· à nossa grandeza territorial;
· à majestade e opulência da Natureza no Brasil (Se hoje em dia, mesmo com tanta devastação, a natureza é exaltada, imagine naquela época, onde grandes cidades ainda não existiam !!!);
· à "igualdade" racial gerada pela miscigenação (a união de todas as raças para a formação da nacionalidade);
· à benevolência e a cordialidade do homem brasileiro;
· à virtude dos costumes patriarcais (zelo da honra e da hospitalidade, por exemplo.);
· às qualidades afetivas e morais da mulher brasileira (com relação ao respeito, a educação, ao senso familiar,...);
· à capacidade de alcançar um alto padrão civilizatório (em meio século);
· Ao pacifismo inerente à política externa do país (naquela época não era interessante ao Brasil entra em confronto com quaisquer outros países, já desde aquele momento os nossos governantes tentavam resolver questões políticas com outros países com civilidade e educação, com conversas civilizadas e respeitosas,...);
Essas características influenciaram também a poesia do romantismo.
Atividades avaliativas:
Buscar ler um livro de algum autor do Romantismo Brasileiro, prosa ou romance , para depois elaborar um fichamento.
Valerá ponto.
Professora Luciana Freitas.
Rio de Janeiro, 30 de maio de 2011.
1º trabalho avaliativo do 2º bimestre.
Turmas: 1008 e 1017 (Ciep 386) e 1003 (CEJMB)
Língua Portuguesa / Professora Luciana Freitas.
Tema: Carta ao Leitor.
Este é um gênero textual muito comum de se ver em jornais e revistas, mas que geralmente não é exigido aos alunos que o façam na escola, exceto quando a escola tem um jornal, um informativo interno ou algo parecido.
Porém é muito importante que nós consigamos diferenciar uma carta ao leitor de uma carta de leitor, pois a principal diferença é para quem ela se destina. No caso de carta ao leitor, a mesma é direcionada a quem lerá as informações contidas em um jornal ou revista, geralmente quem a produz é o editor, ou o principal jornalista da publicação, ou um colunista, ou alguém que faz parte de maneira importante da edição em questão.
Já a carta do leitor é posterior a edição do jornal ou da revista, pois o leitor direciona a carta a outros leitores ou ao jornal que publicou uma matéria relevante anteriormente, e o tema dela é sobre algo importante editado anteriormente, ou algo que por meio de divulgação conta com a colaboração do leitor para ser divulgado.
Mais explicações com relação a carta ao leitor:
Dentro de uma redação de jornal,refiro ao lugar onde se prepara o jornal e não ao modelo de texto que se chama "redação", a carta do leitor é uma instituição, um ícone que precisa ser respeitado e muitas vezes decifrado.
A expressão "ao leitor" é uma variante do termo "editorial". Editorial é um texto que traduz a opinião do órgão de imprensa e fala à sociedade em geral, tratando de um tema preferencialmente comum. Antes o editorial era inserido logo na contra-capa e tinha mais peso na venda do jornal. Hoje está perdendo a importância e diminuindo de tamanho. Alguns jornais já não o têm e outros optam por editar as opiniões dos leitores e não mais a sua própria - aliás, uma posição inteligente. A "carta ao leitor" nasceu de uma postura irônica. Tem uma conotação de "eu também sei fazer isso" dito pelo editor ao... leitor que costuma mandar cartas, ou seja, a parcela do público que é mais constante. A "carta ao leitor" é geralmente mais leve e mais pessoal do que o clássico "editorial". Para não incorrer em erros de avaliação da reação dos leitores, a maioria dos órgãos deixou de usar o termo "editorial" por ser muito sóbrio, quase repulsivo, e não arrisca usar "carta ao leitor" por ser direto e pessoal demais para páginas que, por uma questão de imposição mercadológica, precisam ser ecléticas, isentas (e cá entre nós, "lisas").
Fragmento adaptado do site: yahoo respotas
Exemplo de carta ao leitor da revista Marketing direto (on-line):
Disponível em:
http://www.abemd.org.br/Revista/pdf_revistas/Junho_07.pdf
Podemos verificar que neste texto há o título CARTA AO LEITOR, na seqüência podemos verificar no corpo do texto que a temática é sobre matéria de marketing desenvolvidas por uma revista especializada sobre o assunto, quem a assina é o EDITOR.
Na coluna lateral ao texto podemos verificar a ficha técnica da revista , ou seja a relação de profissionais e de setores que foram responsáveis pela edição da revista.
ATIVIDADES AVALIATIVAS:
Em duplas:
Em uma cartolina selecione dois editais de publicações diferentes e encontre nelas as respectivas Cartas ao leitores, relacione nelas o título, a temática da carta , o posicionamento da publicação com relação a matéria descrita .
Data de entrega: 1008 e 1017 (CIEP 386) dia 08 de junho de 2011.
1003 (CEJMB) dia 09 de junho de 2011.
Valerá ponto:
Professora Luciana Freitas.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Origem do Dia das Mães.


A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses. O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo. Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República". Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais. Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração. Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data. "Não criei o dia das mães para ter lucro" O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso. Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe. Cravos: símbolo da maternidade Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados. No Brasil O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
- Pesquisa de Daniela Bertocchi Seawright para o site Terra, - O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995. |
sábado, 23 de abril de 2011
Jogos.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
sábado, 22 de maio de 2010
Dia das mães.
Se você quer ver como foi acesse: http://www.youtube.com/
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